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  "cra_anoReferencia": "2025",
  "cra_a": "O Conglomerado apenas conduz negócios, e financia clientes suficientemente informados sobre isso com gestores altamente comprometidos e/ou com uma excelente reputação no mercado. Decisões de crédito para financiar clientes são bem documentadas e baseadas em uma completa, sintética, coerente e atualizada análise do cliente e da transação. Inclui o entender a fonte final de pagamento em todas as transações e verificar se a transação proposta é adequada com os objetivos econômicos e com a geração de caixa dos clientes. Nas transações de financiamento, o Conglomerado é muito diligente com a qualidade das estruturas de financiamento e pacotes de securitização. Busca evitar posições subordinadas e protege-se ao máximo por meio de condições contratuais e, sempre que apropriado, com garantias.\nO Conglomerado desenvolve e mantém um portfólio diversificado de risco de crédito, evitando grandes concentrações, especialmente em um único cliente e em setores sensíveis, e assegura-se que está cumprindo com as políticas de concentração em vigor.",
  "cra_b": "As Melhores Práticas Essenciais de Risco foram definidas pela Administração Geral do Grupo e devem inspirar e nortear os processos decisórios. Quais sejam:\n•\tEntender os riscos assumidos pelo Banco e por seus clientes;\n•\tTomar decisões de risco de forma objetiva e com perspectiva de longo prazo;\n•\tAssegurar a diversificação dos riscos;\n•\tAntecipar e se adaptar às mudanças no ambiente de risco;\n•\tSer disciplinado com e assumir responsabilidade pelos riscos tomados;\n•\tReportar rapidamente e de forma transparente problemas de riscos relevantes.",
  "cra_c": "Áreas de Coverage\nCoverage Corporate: Os RM dessa área são responsáveis por desenvolver o relacionamento de negócios global com Corporates brasileiros e filiais no Brasil de Corporates internacionais clientes do Grupo. Os Co-Heads da área reportam hierarquicamente para a CEO do Banco e atuam como Delegation Holders.\nCoverage FI: Os RM dessa área são responsáveis por desenvolver relacionamento de negócios global com Institutionals brasileiros e filiais no Brasil de Institutionals internacionais clientes do Grupo; A Head dessa área reporta hierarquicamente ao Head Americas FI Coverage.\n\nÁrea de Corporate Credit Management\nA área de Corporate Credit Management incorpora os analistas de crédito Corporate, sob a responsabilidade da Head Corporate Credit Management Latam. A Head Corporate Credit Management Latam, com qualidade de Delegation Holder, reporta hierarquicamente à Head Americas Corporate Credit Management.\n\nInstitutional Credit Analyst Team (ICAT) \nO Institutional Credit Analyst Team, com base em New York, reúne analistas de crédito Institutionals, produz análises de crédito independentes para a área Financial Institutions Coverage e reporta ao Head of ICAT Americas.\n\nÁrea de CIB CSR\nA área de CIB CSR incorpora os analistas de risco ESG, em relação com as políticas ESG do Banco, com base em Portugal.\n\nÁrea de ITO3C\nA área de ITO3C pertence à área Transversal Controls, dentro da Divisão Operations and Client Management do Banco. A Head da área reporta ao Head Transversal Controls.\n\nÁrea de VPG\nO Value Preservation Group, com base em New York, reúne especialistas em gerenciamento de ativos problemáticos.\n\nFunção RISK.\n•\tCRO Conglomerado: O CRO Conglomerado, também Chief Risk Officer Latam CIB & Brazil Conglomerate, reporta hierarquicamente para o Chief Risk Officer Americas CIB.\n•\tRISK Corporate Latam: Os SCO dessa área detêm alçada formalizada na forma de Concurrence Letter, os habilitando para validar decisões de crédito sobre Corporates da América Latina em conjunto com um Delegation Holder de CIB. O Head da Área reporta hierarquicamente ao CRO CIB Latam & Brasil Conglomerate, e funcionalmente ao Head RISK Corporate Americas.\n•\tSCO RISK MFI Latam: com base em New York, detém alçada formalizada na forma de Concurrence Letter o/a habilitando para validar decisões de crédito sobre Institutionals da América Latina em conjunto com um Delegation Holder de CIB. Reporta ao Head RISK MFI Credit & Counterparty Risk Americas.\n•\tRISK MFI CRC: com base em Portugal congrega especialistas de controles, atendendo entre outros a região Americas.",
  "cra_d": "1LOD\nOs dirigentes das 1LOD têm a responsabilidade final sobre o gerenciamento dos riscos aos quais seus negócios ou atividades estão expostos. Para tal fim, são responsáveis por implementar e operar uma estrutura capaz de fazer frente às responsabilidades seguintes: \n•\tIdentificar e avaliar continuamente os riscos inerentes às atividades pelas quais são responsáveis;\n•\tImplantar e revisar periodicamente uma estrutura de monitoramento destes riscos e um plano de controles de 1º nível objetivando manter a conformidade com a RAS do Conglomerado, todos os limites de gestão der risco definidos, as políticas e procedimentos internos, e as leis e regulamentações vigentes;\n•\tComunicar de maneira transparente seus riscos às suas linhas de reporte, às funções de controle independente, e aos órgãos de supervisão; implantar governança que permita a difusão de cultura de riscos e de boa conduta, a escalação de alertas às instâncias e tomada de decisão nas instâncias adequadas, e o monitoramento da implantação tempestiva de recomendações emitidas pelas funções de controle independente;\n•\tContribuir de maneira transparente e colaborativa para todos os Exercícios de Gestão Integrada dos Riscos do Conglomerado, comunicando sobre seus riscos e sua estratégia.\n\n2LOD\n•\tEstabelecer uma estrutura normativa geral de gerenciamento dos riscos nos seus domínios de competência (políticas essencialmente, e certos procedimentos) compatível com a RAS do Conglomerado;\nDefinir as condições das suas intervenções: \n•\tCondições e delegações para tomada de decisão, casos onde sua concorrência é necessária a priori e só pode ser inobservada mediante procedimentos de escalação, controles a posteriori; \n•\tRevisar e fornecer opinião independente sobre: o identificação e apreciação de riscos, que dever resultado em um diagnóstico endossado pela 1LOD e 2LOD conjuntamente; \no\tDecisões individuais tomadas a priori sobre autorizações de onboarding de clientes, de realização de transações ou lançamento de atividades e suas revalidações periódicas; \no\tRespeito dos limites validados e, em caso de desvios, os planos de remediação propostos pela 1LOD; \no\tA estrutura de monitoramento dos riscos e os controles implantados pela 1LOD, devendo chegar a formalizar uma opinião a ser dividida e conversada com a 1LOD; • Supervisar o 1º nível de controle e performar os controles de 2º nível no seu domínio de competência;\n•\tContribuir para a disseminação da cultura de gerenciamento de riscos e de boa conduta;\n•\tReportar ao Comitê de Riscos do Conglomerado e, através dele, às Diretorias Estatutárias a evolução dos riscos sob sua responsabilidade e, em particular, sobre o processo de identificação de riscos, a aderência aos termos da RAS, a evolução da exposição aos riscos materiais e o grau de aderência dos processos da estrutura de gerenciamento de riscos às políticas estabelecidas, indicando de forma independente exposições de risco material, falhas de controles e apontamentos regulatórios, a fim de fornecer transparência em relação aos riscos e suportar tomadas de decisões. \n•\tContribuir para todos os Exercícios de Gestão Integrada dos Riscos do Conglomerado, organizando a contribuição relativa a seus domínios de competência, sob a coordenação de RISK ERA GSA. \n\n3LOD \nÉ responsabilidade da 3LOD no gerenciamento dos riscos do Conglomerado a verificação da adequação e bom funcionamento das estruturas de controle e gerenciamento de riscos, mediante missões formalizadas e produção de relatórios de ocorrências e recomendações. A Inspection Générale deve incluir em sua programação de trabalho a avaliação periódica do processo de gestão integrada de riscos e de capital.\n\nCRO \nSão responsabilidades do CRO no gerenciamento dos riscos do Conglomerado: \n•\tA supervisão do desenvolvimento e do desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos, incluindo seu aperfeiçoamento; \n•\tA adequação, à RAS e aos objetivos estratégicos da instituição, das políticas, dos processos, dos relatórios, dos sistem",
  "cra_e": "Diretores Estatutários\nSão responsabilidades dos Diretores Estatutários, assessorados pelo Comitê de Riscos do Conglomerado, no tocante a Risco de Crédito Corporate e Institutionals no Banco:\n•\tFixar os níveis de apetite por Risco de Crédito do Conglomerado no RAS e revisá-los com periodicidade mínima anual;\n•\tAprovar e revisar com periodicidade mínima anual:\n- A política;\n-Os componentes de Risco de Crédito do Programa de Testes de Estresse, incluindo sua metodologia;\n•\tAssegurar a aderência do Banco à política, às estratégias e aos limites de gerenciamento do Risco de Crédito definidos no RAS;\n•\tAssegurar a correção tempestiva das deficiências da estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito;\n•\tAutorizar, quando necessário, exceções a esta política ou aos níveis de apetite por Risco de Crédito fixados na RAS;\n•\tPromover a disseminação da cultura de gerenciamento de Risco de Crédito no Banco;\n•\tAssegurar recursos adequados e suficientes para o exercício das atividades de gerenciamento do Risco de Crédito, de forma independente, objetiva e efetiva;\n•\tGarantir que as estruturas remuneratórias adotadas pelo Banco não incentivem comportamentos incompatíveis com os níveis de apetite por riscos fixados na RAS.\n\nComitê de Risco do Conglomerado\nSão responsabilidades do Comitê de Riscos do Conglomerado no tocante a Risco de Crédito Corporate e Institucional no Banco:\n•\tMonitorar e recomendar atualizações desta política para aprovação pelos Diretores Estatutários do Banco, e dos princípios, métricas e limites de RAS do Conglomerado;\n•\tMonitorar a evolução dos Riscos de Crédito assumidos pelo Banco e a aderência aos termos da RAS do Conglomerado. Validar a necessidade de plano de remediação em caso de desvios de níveis de alerta ou de limites, e avaliar e recomendar esses planos para as Diretorias. Monitorar esses planos de remediação;\n•\tRevisar e recomendar para as Diretorias Estatutárias os componentes de Risco de Crédito do Programa de Testes de Estresse;\n•\tRevisar e avaliar a adequação do gerenciamento do Risco de Crédito no Banco. Identificar e escalar as deficiências no gerenciamento de riscos aos Diretores Estatutários.\n\nComitês de Risco de Crédito Corporate e Institutionals\nOs Comitês de Risco de Crédito Corporate e Institutionals, com regimentos internos devidamente formalizados, apresentações e atas disponíveis para a alta gestão do Banco e as autoridades de supervisão bancária, monitoram mensalmente o gerenciamento dos Riscos de Crédito nos perímetros respectivos, e provêm trimestralmente contribuições pertinentes para o Comitê de Riscos do Conglomerado com o escopo as exposições locais. Os tópicos abordados são:\n•\tMétricas de RAS;\n•\tDinâmica da exposição ao risco de crédito, ratings do portfólio;\n•\tCarteira WatchListed e Doubtful e a evolução das provisões por risco de crédito;\n•\tRiscos concentrados;\n•\tCenários de Teste de Estresse de Crédito;\n•\tControles de crédito: tempestividade das revisões, irregulares;\n•\tTreinamentos, modelos, sistemas de crédito.\n\n1LOD – Heads de Coverage\nOs Heads de Coverage devem direcionar a atitude dos RM para conhecer e observar os princípios desta política e realizar uma diligente gestão do Risco de Crédito, incluindo em particular aspectos e metas de gestão e controle de riscos nas descrições de função (job description) e objetivos dos RM de Coverage nos sistemas de gestão de RH (na atualidade, o About Me) e considerando os mesmos na avaliação contínua do seu desempenho.\nPor outra parte devem contribuir de maneira transparente e colaborativa para todos os Exercícios de Gestão Integrada dos Riscos do Conglomerado no tocante a Risco de Crédito, comunicando sobre seus riscos e sua estratégia.\n\n1LOD – RM Coverage\nOs RM devem conhecer e observar os princípios desta política devem tanto na hora da seleção dos clientes a prospectar quanto que da eleição dos negócios a serem conduzidos com os mesmos, sem prejuízo do RM perseguir seus objetivos de otimização da razão entre utilização de capital e geraç",
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